sexta-feira, dezembro 30, 2005

Coisas minhas
Confesso que cadernos cheios de folhas em branco me deixam em euforia, aquele cheiro a novo, a grossura das lombadas, as folhas ainda por estrear, o brilho das capas, há um nervoso nos dedos para começar a escrever neles, rabiscá-los, vivê-los, estragá-los, apetece-me logo ter imensas ideias para pôr no papel e quando não as tenho faço listas: de compras, de tarefas, de gastos mensais.
Com os livros novos sinto o mesmo. Tenho que os dobrar, rabiscar a lápis, gastar-lhes as letras e o papel de tanto ler o mesmo parágrafo, atenuar-lhes o cheiro a máquina e verniz, misturá-los com o aroma de chá, chocolate, lágrimas e pessoas. Não os leio. Devoro-os, uso-os e abuso deles até os sentir meus, até os confundir comigo.
Os livros que leio sou eu, por isso mais do que lê-los, releio-os vezes sem conta. Por vezes falo com os diálogos das personagens, que me parecem sempre tão mais apropriados que os meus.
A propósito disto, cada ano que passa sinto com mais consciência a responsabilidade das minhas acções e opções e os efeitos que têm na minha própria vida.
Se por um lado é libertador o facto da minha vida depender de mim, por outro é assustador, porque não posso simplesmente sentar-me de braços cruzados a ver a paisagem.
E digo "a propósito disto" porque cada passagem de ano me faz sentir a excitação de um caderno novo por extrear, e a vontade de pegar no meu próprio livro e vivê-lo, usá-lo e enchê-lo de sentido até ao fim, até não haver nada que fique por explorar.
Só assim o consigo largar, desprender-me dele, e partir para outras leituras.
Bom Ano, pessoal! :)

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Dias difíceis!

Um artigo da Cosmopolitan explica por A+B que após uma boa noite de sexo, a mulher tende a passar dois dias com efeitos do orgasmo.
Ora, isto por miúdos traduz-se numa espécie de estado de encantamento pelo parceiro, apresentando os mesmo sintomas de quem está apaixonada.
E o que é que isto significa?
Na pior das hipóteses, se uma desgraçada tem o azar de ter tensão pré-menstrual durante uma semana, depois está outra semana com o dito cujo, e na semana seguinte tem tensão pós-menstrual, isto significa que num mês, dispõe apenas de uma semaninha para tomar decisões que não impliquem choros, dores, borbulhas, ânsias de chocolate e dúvidas existenciais.
E se calha nessa semana lúcida - em que se sente confiante e disposta a conquistar o mundo - aceitar finalmente o convite/provocação do parceiro para se dedicar a cambalhotas sexuais, está lixada, porque durante dois dias vai andar num "estado de encantamento" que a impede de distinguir o sapo do Príncipe!
Depois disto, andar de saltos altos afinal não custa nada...
Desejos para 2006

1. Crédito infinito no Toni&Guy;
2. FCP Campeão, carago!;
3. Que o Cavaco perca as eleições;
4. Uns All Star amarelos;
5. Viagem para Macau+Hong Kong+China+Tailândia+Malásia+Filipinas...;
6. Voar de Balão;
7. Nunca mais ter pelos nas pernas e unhas quebradiças;
8. Uma casa na praia com uma lareira gigante;
9. Tornar-me naquelas pessoas irritantes que comem comem comem e não engordam nada;
10. Mais uma gata (cinzenta);
11. Ser descoberta por um realizador xpto que faz de mim a estrela de cinema do século XXI;
12. Que tudo isto se realize logo no dia 1 de Janeiro!

Promessas para 2006

1. Hã?
2. Hã?
3. Hmmm.....
4. Hã?
5. Como assim, promessas?
6. Hã?
7. Promessas?
8. ZZZZZZzzzzzzzzZZZZZzz...
9. ...
10. Ah, já sei!!
11. Esqueci-me...
12. Hãã??

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Alguém me devia ter alertado

Quando pensas que já fizeste todas as compras de Natal há sempre alguém, para quem não tens presente, que aparece e te oferece qualquer coisa.
...Ele há sorrisos 33!

quinta-feira, dezembro 22, 2005

A Revolta do Bêbado - Trabalhador!
Adorava conseguir postar qualquer coisa de suma importância para a humanidade, mas a verdade é que estou com a Real Beza por causa do almoço de Natal!
Mesmo assim preferem que fique aqui a esbugalhar os olhos em frente ao computador em vez de me deixarem ir para casa dormir.
Ai ele é isso? Pois muito bem: devem faltar menos de 5 minutos para a minha cabeça cair redonda na secretária e eu começar babar em cima da merda dos orçamentos e adjudicações!
É Natal, temos pena!

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Alguém faz o ENORME favor de me tirar os chocolates de cima da secretária?!?

(mas sem eu dar por isso, caso contrário sou capaz de morder com força em braço alheio)

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Em desespero de causa...
Carregada até aos dentes com sacos de prendas de Natal e a prometer coisas aos santinhos caso a bófia não me tivesse levado o carro que tinha abandonado em desespero de causa duas horas antes em cima do passeio, cheguei finalmente à Praça de Londres.
Ao ver que o carro estava tal e qual o tinha deixado, abrandei o passo mesmo a tempo de ver um arrumador de carros que "ajudava" alguém a estacionar um Fiat num lugar onde cabiam dois jipes e a gritar insistentemente para o condutor: "Pode vir! Vaia!, vaia!, vaia!, vaia!, vaia!".
Foi mais forte que eu! Tive que parar para lhe dizer: "Não é "vaia", é "vá".
Ao que ele me respondeu: "Quê??" - enquanto me mostrava a falta de dentição.
Expliquei melhor: "Diz-se "vá", e não "vaia". - já a pensar para os meus botões porque raio tinha que me meter com estranhos a toda a hora.
Ele olhou para mim de lado e grunhiu: "Aaaaaiii o caraiii...Olhamééésstaaaa!Olha olha...." - virando-me as costas.
Entrei no carro um bocado ofendida, afinal não tinha feito o reparo por mal, simplesmente saiu-me, e até fui educada a falar com ele.
Parada no sinal, reparo que ele está mesmo ali ao lado a enrolar um cigarro e novamente tive um ataque de "tenho-que-arranjar-mais-confusão": abri o vidro e assim que o sinal passou a verde arranquei devagarinho e mais uma vez em desespero de causa gritei "Olhe que o saber não ocupa lugar, ouviu?!!!".
Pensamento analítico posterior à situação:
"O saber não ocupa lugar!!"???? Mas que raio de frase é esta? Eu que passo a vida a gozar com expressões como "Não há dinheiro não há palhaços", "Querias querias batatas com enguias", e outras do género tão típicas do meu pai, dou comigo em plena capital a gritar pela janela do carro "Olhe que o saber não ocupa lugar"???
O que se segue depois disto? Contar piadas dos Malucos do Riso lá no escritório?
Bem, que isto não se repita!

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Viva a minha Avó! Viva!

A minha Avó Maria fez 88 aninhos este sábado. Lá se juntou a famelga toda na Santa Terrinha para um almoço típico. Bem, quase típico, porque não havia leitão da bairrada (felizmente, porque vou levar com ele no Natal..não há paciência).
A minha avó fez questão de "cantar os parabéns" também no Centro de Dia, que tal como o nome indica, é onde ela passa os dias.
Percebi que esta era meramente uma questão de status social, como se costuma dizer "para velhote ver", para mostrar aos "jovens da sua época" que ela tem uma família que se preocupa com ela e que se reúne em força para festejar o seu aniversário.
Eram cerca de 25 velhotes, cada qual com a sua maleita, que muitas vezes é apenas a idade avançada, mas ávidos de alegria e de bolinho, porque como diz a Avó Maria "o que é doce nunca amargou", por isso depois dos parabéns resolvi dar uma de Manuel-Luís-Goucha-nos-programas-da-manhã enquanto distribuía bolo e espumante aos presentes. Digo-vos, não foi uma tarefa fácil!
Primeiro insisti que todos provassem o bolo: "Vá, não tenha vergonha, é só uma fatia de bolo! Pegue lá! Então não quer bolinho?" até que uma senhora que lá trabalha me disse que eles eram diabéticos. Fiz o meu sorriso 39 e levei de volta o bolinho.
Depois queria à viva força que todos os velhotes bebessem um bocadinho de espumante e após a distribuição dos copos, lá veio a senhora novamente dizer-me que não era boa ideia dar bebidas alcoolicas a quem toma medicamentos - azar, eles já estavam de copo na boca!
Tropecei na cadeira de rodas de uma senhora, entornei espumante no casaco de outra, fiz o comentário parvo "isso é que é andar de bicicleta, hein?" para uma senhora que tinha de apoio umas andas com rodas, e finalmente num momento de maior entusiasmo em que estavam todos a fazer um "viva" à minha Avó, gritei "viva eu!" sem qualquer "viva!" de resposta.
Apesar destes contratempos, foi muito giro e antes de me ir embora dei umas beijocas nos velhotes todos, o que ainda me valeu um grandessíssimo apalpão no rabo, gentilmente encetado pelo velhote de boina verde!

sexta-feira, dezembro 09, 2005

Reencarnação

É inevitável! Toda a gente se questiona, uns mais do que outros, sobre a origem da vida, sobre o infinito, sobre a evolução do Homem, sobre mundos paralelos, sobre extraterrestres, sobre a morte, sobre o destino, sobre a verdadeira idade da Cher ou sobre a candidatura do Mário Soares.
Eu, que não sou mais nem menos que os outros, também tenho as minhas questões e reflexões mais profundas, sendo uma delas sobre a rencarnação das minhas meias!
Passo a explicar: eu lavo a roupa como toda a gente - posso não passar a roupa a ferro como toda a gente, mas lavo-a - e até separo a roupa branca do resto da roupa. Aliás, algumas peças até são lavadas à mão, com um detergente apropriado. Enfim, coisas que uma mulher que vive sozinha tem que fazer de vez enquando. Sim, porque isto de achar que viver sozinha é só festas, sexo e vinho verde é tudo uma grande mentira!
Quando comecei a reparar que os pares de meias que eu punha na máquina, juntamente com o resto da roupa, depois da lavagem saíam sem par comecei a estranhar. Aconteceu uma vez, depois duas, e quando dei por por mim, acontecia a toda a hora!
Resolvi tirar este assunto a limpo procurando o resto dos pares por todo o lado, sem qualquer resultado. Cheguei mesmo, numa altura de grande desespero, a meter a cabeça dentro do tambor da máquina de lavar roupa a ver se encontrava as meias perdidas...nada!
O tempo foi passando e o saco com meias desaparelhadas foi tomando conta da minha gaveta das meias, e embora aparentemente este mistério já não me preocupasse, estava no meu subconsciente à espera de uma resolução.
Um belo dia deparei-me com outro grande mistério da humanidade: os isqueiros desconhecidos que constantemente íam aparecendo cá em casa. Sem qualquer aviso, aparecia um isqueiro desconhecido em cima da minha mesa da sala. Depois um outro, igualmente desconhecido, refastelado no sofá, um outro na casa de banho, um mais atrevido na mesa de cabeceira do meu quarto...
Até que acabou tudo por fazer um enorme sentido! Como se uma maçã tivesse cáído em cima da minha cabeça, como aconteceu ao outro: os isqueiros desconhecidos são a reencarnação das meias desaparecidas!
As meias entram na máquina de lavar, e por um qualquer processo místico que não conseguimos compreender mas temos que simplesmente aceitar, reencarnam em isqueiros!
O mundo não é simplesmente perfeito?

segunda-feira, dezembro 05, 2005

Antigamente...
Metiamo-nos no nosso Renaut 5 verde-escarreta e íamos os quatro a Monsanto cortar um ramo de pinheiro que fosse suficientemente grande para parecer uma Árvore de Natal. Naquela época qualquer ramo era grande porque a nossa casa era muito pequenina. Eu achava que os meus pais eram "muita nice" porque faziam coisas proibidas como cortar árvores sem a polícia saber.
Depois ía-mos à procura de musgo para o presépio que, na nossa casa, era um verdadeiro exemplo democrático e pacífico de convivência entre as figuras tradicionais do presépio e os Playmobil.
Lembro-me perfeitamente da noite em que contei ao meu irmão que o Pai Natal não existia. Ele chorou muito e a minha mãe ralhou comigo.
Lembro-me de um presente em especial que me ofereceu a minha Tia Graça, uma boneca quase do meu tamanho, com o corpo de tecido e a cabeça, as mãos e os pés de plástico. No Verão que se seguiu os ciganos roubaram-me a boneca. Foi o meu primeiro desgosto à séria.
Lembro-me das "sombrinhas de chocolate" Regina que o meu avó trazia sempre para mim e para o meu irmão, juntamente com a libra de ouro que religiosamente guardáva-mos nos mealheiros do Montepio Geral.
Lembro-me de ter feridas nas mãos por andar a trepar aos armários para conseguir espreitar as prendas antes delas estarem embrulhadas.
Estes episódios são separados no tempo, mas para mim são todos o mesmo Natal.
Aquele, antes de irmos embora.

sexta-feira, dezembro 02, 2005

O meu feriado dava um filme!

Acordo num espasmo de horror e agarro no telemóvel para ver as horas. São 12:30 da tarde e fico em pânico "Não acredito! Como é que acordei a esta hora para ir trabalhar?". Levanto-me já quase de lágrimas nos olhos e dou comigo a pensar "espera aí, hoje é sábado". Uffff, mas não fico completamente descansada, porque não me parecia sábado "....calma, que dia é hoje? Ah, ok, é quinta-feira, mas é feriado!". Respiro fundo e dou graças aos santinhos por não ter partilhado este momento de insanidade com ninguém.
Preparo o meu pequeno-almoço e das minhas gatas a fazer contas de cabeça às coisas que tenho que fazer: arrumar a casa, ginásio, ir a casa da minha vizinha de Alcântara para a visita da praxe, e quem sabe começar a fazer as comprar de Natal na esperança de não deixar tudo para dia 23.
Nisto recebo uma mensagem da V. que me pareceu mais um S.O.S. "Vem ter comigo às Amoreiras."
Depois de 20 minutos insuportáveis para encontrar estacionamento sem qualquer resultado, mando uma mensagem à V. "Não consigo estacionar em lado nenhum, até o parque está completo. Desisto! Beijinhos", e chego à conclusão que estava a dirigir-me para um sítio qualquer que não sabia onde ía dar.
Para os que não me conhecem, aqui fica um adjectivo que me acenta que nem uma luva: desorientada! Sim, perco-me em Lisboa, perco-me até em centro comerciais e parques de estacionamento. Eu sou assim, uma perdida! É inevitável, e como já estou à espera que mais cedo ou mais tarde aconteça, desde que tenha gasolina e cigarros no carro nem me importo por aí além.
Como a V. insiste que a vá buscar às Amoreiras para irmos tomar um cafezinho a um lado qualquer, tento voltar à casa de partida, o que implicou uma viagem até às torres gémeas, Sete Rios, depois não sei como, mas estava ao lado do estádio do Benfica, depois Telheiras, depois Estrada de Benfica, depois Sete Rios novamente, depois mais meia hora em Benfica, Califa, Lidle, sítios que não entendo, pracetas que nunca vi, uma chuvada torrencial, os meus vidros totalmente embaciados, sofage estragada, sem cigarros, com uma neura que ía até à China, mais cruzamentos sem placas, muita fome....um inferno!!!!!!!!!
Estive uma hora e tal nisto, sem perceber para onde ía e a tomar decisões de direcções que me levavam exactamente ao mesmo sítio onde tinha estado. Mas isto acontece a mais alguém?
5:30h. Estava finalmente com a V., sossegadas num café em Campo de Ourique a pôr a conversa em dia quando me liga o T. "Tens que vir comigo ao Eden, aquilo já começou às 4h, mas não consegui ir mais cedo, anda lá comigo, bla bla bla". Que dizer?
Veio buscar-me a Campo de Ourique e seguimos no carro dele até aos Restauradores. Bem, não posso dizer que a apresentação já tivesse acabado, ainda lá estava o Marocas, a Joana-Não-Sei-Quantas (ela afinal é gira, eu pensava que nem por isso), umas caras conhecidas, outras menos, os típicos que quando passam à porta e percebem que há festa vão entrando, música porreira, mas mais importante que isso, ainda havia salgadinhos! Lá fiz o número e viemos embora.
Nada de ginásio, nada de arrumar a casa, mas como tinha prometido à minha vizinha que passava lá por casa, lá fomos.
Isto obriga-me a apresentar a D. Graça. Bem, é uma senhora de 86 anos que vive com o Sr. Luís - não são casados, mas é como se fossem- que era minha vizinha do meu antigo prédio, em Alcântara. É daquelas típicas que passam os dias à janela a ver quem passa, sabe tudo o que acontece, tem um cão chamado Joli e um piriquito que entretanto deve ter morrido, porque ontem não o vi. A Graça "viu-me nascer" e "criou-me", como ela adora dizer. Como não tem filhos e os sobrinhos não lhe ligam nenhuma, adoptou-me como família, e como tal, pode contar comigo para o que der e vier.
Tem um ódio de morte à vizinha de baixo, a D. Carmo, e em tempos ídos chegaram a pegar-se as duas à pancada escada a baixo. Episódio esse que chegou a envolver polícia e tudo. Enfim, estamos a falar de Alcantara!
Ela tem uma espécie de "negócio paralelo à reforma", tipo empréstimos a altos juros que lhe vai dando uns trocos jeitosos e vive na ilusão que mais tarde me vai passar "aquilo".
Já o Sr. Luís é uma paz de alma de um senhor. É quase surdo por completo, o que neste caso até dá jeito, para não ter que ouvir a Graça!
Bem, continuando... lá convenci o T. a ir comigo à D. graça, o que, passando a repetição, teve a sua graça. Ela deve ter percebido que eu lhe estava a apresentar o meu noivo, porque para além de contar que "me criou" e mostrar as fotografias de quando eu era pequenina, sempre que se referia ao meu irmão dizia-lhe "o seu cunhado", e à minha mãe " a sua sogra".
Espero que o T. não se tenha assustado!
Com a casa desarrumada, o ginásio à minha espera, começei a fazer o jantar.
Eis quando me tocam à campaínha. E eu já a adivinhar, porque se há gente que me incomoda nestas alturas, essa gente só pode ser: o meu vizinho indiano!!!!
Todo nervozinho, a tentar fugir das minhas gatas, completamente típico! Trazia na mão uma declaração para eu assinar, que dizia que eu ía suportar todos os custos das obras da minha casa e da deles. Pois concerteza, é que é já a seguir!
Acordei hoje de manhã, um pouco atrasada para o trabalho. Desci o prédio e fiquei ainda uns minutos a tentar lembrar-me onde tinha deixado ficar o carro.
Até que algo fez clic: em campo de Ourique!!!
Tinha-me esquecido completamente de o ir buscar! Mas alguém se esquece do seu próprio carro??