Bebés,
Vou de Férias! :)
quinta-feira, novembro 30, 2006
sexta-feira, novembro 24, 2006
Charlie Chaplin
"O mais injusto da vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está completamente de trás para a frente. Nós deveríamos morrer primeiro, livrar-nos logo disso. Depois viver num asilo, até sermos postos na rua por estarmos demasiado novos. A seguir trabalhas 40 anos, até ficares bastante jovem para aproveitares a reforma. Então gozas tudo: bebes bastante, fazes festas e preparas-te para a universidade.Depois vais para o liceu, tens várias namoradas, tornas-te irresponsável, fazes-te garoto, começas a pedir colo e acabas de regresso ao útero da tua mãe… para passares os últimos nove meses de vida flutuando.
E termina tudo com um óptimo orgasmo!
Não seria perfeito?"
quinta-feira, novembro 23, 2006
quarta-feira, novembro 22, 2006
Nascida em 81! Ufff...
Não sei o que se passou na geração que agora tem entre 30 e 40 anos. E falo particularmente das mulheres. Generalizando, é claro.
A maior parte das mulheres entre esta idade que eu conheço, quase todas divorciadas e algumas com filhos, sofrem de um "mal" que ainda não sei bem classificar, mas que se caracteriza por uma procura obstinada e completamente irreflectida - para não dizer patética - do homem da sua vida.
A coisa até aqui não teria qualquer problema se efectivamente os homens dessa mesma faixa etária, normalmente divorciados e alguns com filhos, não fugissem desse género de gente como o diabo da cruz! Enquanto as mulheres necessitam desesperadamente de um porto seguro, os homens de seguro só querem o carro!
Este desfazamento, o inevitável peso que o envelhecimento tem na mulher e a frustração de um casamento falhado fazem destas mulheres uns seres desesperados, com a auto-estima de uma caganita.
Vivem uma vida bipolar. Ora se sentem teenagers egocêntricas, com expectativas completamente irrealistas relativamente aos homens e às relações, ora deprimidas, desiludidas com a vida, com o amor, com elas mesmas.
Atiram-se ao primeiro Engenheiro, Doutor ou Arquitecto que aparece, fantasiam imenso sobre esta nova luz que apareceu ao fundo do túnel e agarram-se a ela como se fosse a única e última salvação para as suas vidas cinzentas.
Colocam expectativas irrealistas na relação, como se de repente, por artes mágicas, fosse resolver toda a mágoa do passado e preecher todos os anseios de amor, carinho e companheirismo.
À primeira desilusão - porque não se chegou à frente para pagar a conta no restaurante, ou porque adormeceu depois do sexo, ou porque demonstrou impaciência depois de três horas a falar dos filhos, ou porque não adivinhou o que ela estava a pensar... - voltam a cair no poço fundo da infelicidade.
De um momento para o outro começa a assombrar-lhes a certeza de que os homens são todos iguais, que não prestam, e até lhes vem à cabeça o quão felizes, apesar de tudo, já foram com os ex-maridos, que apesar de tudo são os pais dos seus filhos, e que apesar de tudo, já sabiam com o que contar, e que apesar de tudo, apesar de tudo, apesar de tudo, apesar de tudo...
A maior parte destas mulheres esquece-se que o que procuram no outro é exactamente aquilo que lhes falta a elas, a estabilidade emocional.
Às tantas, devíamos prestar mais atenção ao anúncio que diz "Se eu não gostar de mim, quem gostará?".
Não sei o que se passou na geração que agora tem entre 30 e 40 anos. E falo particularmente das mulheres. Generalizando, é claro.
A maior parte das mulheres entre esta idade que eu conheço, quase todas divorciadas e algumas com filhos, sofrem de um "mal" que ainda não sei bem classificar, mas que se caracteriza por uma procura obstinada e completamente irreflectida - para não dizer patética - do homem da sua vida.
A coisa até aqui não teria qualquer problema se efectivamente os homens dessa mesma faixa etária, normalmente divorciados e alguns com filhos, não fugissem desse género de gente como o diabo da cruz! Enquanto as mulheres necessitam desesperadamente de um porto seguro, os homens de seguro só querem o carro!
Este desfazamento, o inevitável peso que o envelhecimento tem na mulher e a frustração de um casamento falhado fazem destas mulheres uns seres desesperados, com a auto-estima de uma caganita.
Vivem uma vida bipolar. Ora se sentem teenagers egocêntricas, com expectativas completamente irrealistas relativamente aos homens e às relações, ora deprimidas, desiludidas com a vida, com o amor, com elas mesmas.
Atiram-se ao primeiro Engenheiro, Doutor ou Arquitecto que aparece, fantasiam imenso sobre esta nova luz que apareceu ao fundo do túnel e agarram-se a ela como se fosse a única e última salvação para as suas vidas cinzentas.
Colocam expectativas irrealistas na relação, como se de repente, por artes mágicas, fosse resolver toda a mágoa do passado e preecher todos os anseios de amor, carinho e companheirismo.
À primeira desilusão - porque não se chegou à frente para pagar a conta no restaurante, ou porque adormeceu depois do sexo, ou porque demonstrou impaciência depois de três horas a falar dos filhos, ou porque não adivinhou o que ela estava a pensar... - voltam a cair no poço fundo da infelicidade.
De um momento para o outro começa a assombrar-lhes a certeza de que os homens são todos iguais, que não prestam, e até lhes vem à cabeça o quão felizes, apesar de tudo, já foram com os ex-maridos, que apesar de tudo são os pais dos seus filhos, e que apesar de tudo, já sabiam com o que contar, e que apesar de tudo, apesar de tudo, apesar de tudo, apesar de tudo...
A maior parte destas mulheres esquece-se que o que procuram no outro é exactamente aquilo que lhes falta a elas, a estabilidade emocional.
Às tantas, devíamos prestar mais atenção ao anúncio que diz "Se eu não gostar de mim, quem gostará?".
sexta-feira, novembro 17, 2006
A viagem
Há pouco tempo perguntei-te se sonhavas. Não percebeste a minha pergunta. Se sonhas, Avó, à noite, enquanto dormes! Disseste-me que sim, e que até te costumavas lembrar dos sonhos.
E sonhas com o quê? Com tantas coisas, disseste-me tu.
Com o Avô, por exemplo?
Sorriste-me como nunca me tinhas sorrido. Foi uma espécie de sorriso malandro, envergonhado, parecias uma criança pequena quando me disseste que sim, também sonho com o Avô...
Boa viagem Avó. Dá um beijinho ao Avô Zé por mim.
quarta-feira, novembro 15, 2006
Conversas Paralelas de Uma Manhã Laboral
"Anda aqui um gajo no trabalho, da facturação, que é tão aborrecido só de olhar. Para além de só trabalhar em números, é profundamente inexpressivo, monocórdico num tom relativamente alto - e este será o seu ponto menos chato. Manda-me mails com chamadas de atenção a deadlines sublinhados avermelho, como se eu tivesse que lhe prestar mais atenção por isso. E o pior é que se veste com calça caqui, género chinos, sempre, seja em beige, seja em azul escuro; camisa e o inevitável pullover sem mangas... ahh e óculos sem armação.
Já estou quase a dormir só de o descrever."
quarta-feira, novembro 08, 2006
Na Política
Pensamentos de Mia enquanto franze o sobrolho e dá um bacalhau ao Ministro:
"... mas que raio!.. Oh Sôtor, eu até posso não perceber muito sobre comércio electrónico, mas se há coisa que tenho a certeza é que esses óculos são das poucas coisinhas dos anos 80 que não voltaram a estar na moda! E já que estamos numa de tu-cá-tu-lá, essa penugem farfalhuda de pontas amareladas pendurada no seu lábio superior está a precisar de uma manutenção, não?"
Subscrever:
Mensagens (Atom)